Hábitos que prejudicam o seu bem-estar (e como começar a mudá-los)
Por vezes, a fadiga não surge de uma grande mudança, mas sim do dia a dia. Daqueles pequenos hábitos aparentemente inofensivos — dormir pouco, comer à pressa, levar uma vida agitada — que, sem nos apercebermos, nos drenam a energia e desequilibram as hormonas. Habituámo-nos a funcionar assim: com uma digestão pesada, desejos constantes ou quebras de energia após as refeições. Mas o corpo não se habitua, apenas se adapta… até que isso comece a ter o seu efeito. Neste artigo, falaremos sobre alguns hábitos silenciosos que podem estar a afetar o seu bem-estar digestivo, hormonal e mental, e como começar a mudá-los com pequenas alterações diárias.
1. Dormir pouco e normalizar o cansaço
Descansar não é um luxo: é o momento em que o organismo regula as hormonas, repara os tecidos e equilibra o sistema nervoso. Dormir menos do que o necessário aumenta o cortisol (a hormona do stress), desregula a leptina (hormona da saciedade) e altera a insulina (reguladora da glicose). O resultado: mais desejos por comida, irritabilidade e aquela sensação de fadiga que nem o café consegue aliviar.
Como alterar:
- Crie uma rotina de desintoxicação do sono (luz quente, leitura, sem ecrãs).
- Faça uma refeição ligeira pelo menos duas horas antes de se deitar.
- Se está com dificuldade em relaxar, procure ajuda natural. Fórmulas como o Cortisol Calm podem ajudar a reduzir o stress e a melhorar a qualidade do seu sono.
2.º Comer à pressa ou saltar refeições
Quando come rápido ou sem prestar atenção, o seu corpo não tem tempo para ativar as enzimas digestivas ou receber o sinal de saciedade. Isto não só prejudica a digestão, como também pode causar inchaço, gases e sensação de peso . Além disso, se ficar muitas horas sem comer, o seu corpo liberta mais cortisol para manter o nível de açúcar no sangue estável… e esta montanha russa emocional acaba por esgotá-lo.
Como alterar:
- Mastigue devagar e sem distrações.
- Adicione fibras, proteínas e gorduras saudáveis a todas as refeições.
- Evite jejuns longos e não planeados.
- Se sofre de digestão lenta ou desconforto frequente, o DeBloat pode ajudar a aliviar o inchaço e a equilibrar a microbiota intestinal.
3.º Sentir desejo por doces após comer
Termina uma refeição e sente vontade de comer algo doce "para terminar"? Não é apenas gula: é um sinal de desequilíbrio no nível de açúcar no sangue . Quando uma refeição provoca um pico de açúcar no sangue, o corpo liberta demasiada insulina para o reduzir. Se a insulina atuar demasiado depressa, o nível de açúcar no sangue desce demasiado e sente uma vontade súbita de comer açúcar ou cafeína.
Com o tempo, este padrão pode afetar a sensibilidade à insulina, o peso e a estabilidade emocional.
Como alterar:
- Adicione proteína ou gordura saudável às suas refeições (abacate, frutos secos, iogurte).
- Consuma os hidratos de carbono no final da refeição.
- Se tem dificuldade em manter níveis de energia estáveis, o GlucoGuard pode ajudar a reduzir os picos de glicose e a melhorar a sensação de saciedade graças aos seus ingredientes naturais.
4. Sentir quebras de energia após as refeições
Aquela sonolência ou falta de concentração que surge logo após as refeições não é "preguiça": é mais um sinal dos picos e quebras de açúcar no sangue . Quando consome hidratos de carbono simples sem proteína ou fibra suficientes, o açúcar no sangue sobe rapidamente e depois desce drasticamente. O resultado é a típica "queda pós-prandial": lentidão, fadiga e dificuldade de concentração.
Como alterar:
- Evite refeições compostas exclusivamente por hidratos de carbono refinados.
- Caminhe 10 a 15 minutos após as refeições para melhorar a utilização da glicose.
- Beba um copo de água com limão ou vinagre antes de refeições ricas em amido.
- GlucoGuard pode ajudar a melhorar a sensibilidade à insulina e a manter um nível de energia mais estável ao longo do dia.
5.º Viver no modo "sempre em movimento"
O corpo precisa de pausas tanto como de sono. Quando não as faz, os níveis de cortisol mantêm-se elevados e outras hormonas — estrogénio, insulina e melatonina — ficam desequilibradas. Com o tempo, este estado constante de alerta traduz-se em fadiga, ansiedade e uma sensação de nunca conseguir realizar nada.
Como alterar:
- Programe pausas reais entre tarefas.
- Não confunda produtividade com bem-estar.
- Confie em rotinas simples: caminhar, alongar, respirar.
6.º Ignorar os sinais do corpo
Dores de cabeça, inchaço, irritabilidade ou falta de concentração não são "coisas pequenas". São a linguagem do corpo. Ignorá-las não as faz desaparecer; apenas as silencia... até que se transformem em exaustão física e mental.
Como alterar:
- Observe como se sente após cada refeição ou ao longo do dia.
- Faça pausas antes de atingir o seu limite.
- Não espere sentir-se mal para cuidar de si: a prevenção é também autocuidado.
Como recuperar o equilíbrio
- Durma 7 a 8 horas e evite os ecrãs antes de dormir.
- Mastigue devagar e coma sem distrações.
- Inclua proteínas e legumes em todas as refeições.
- Faça pausas, respire, ouça o seu corpo.
- Utilize suplementos naturais se precisar.
Bem-estar não significa fazer tudo na perfeição, mas sim ouvir o que o seu corpo está a pedir.
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- GlucoGuard: estabiliza a glicose e reduz a vontade de comer doces.
- DeBloat: alivia o inchaço e melhora a motilidade intestinal.
- Cortisol Calm: ajuda a controlar o stress e promove um sono reparador.